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VÍDEO DO DIA

Dilma tem a maior aprovação dos últimos tempos!

Deu no oglobo.com

RIO - A demissão de sete ministros, seis deles sob suspeita de irregularidades na pasta não abalou a imagem da presidente Dilma Rousseff no primeiro ano de seu governo. O índice dos que consideram sua gestão ótima ou boa teve um salto de 10 pontos percentuais em seis meses e chegou a 59% de acordo com pesquisa Datafolha divulgada neste domingo pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O número é superior a todos os ex-presidentes que a antecederam desde a redemocratização, incluindo seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva, com 42% e 50% de aprovação em seus dois mandatos, respectivamente, nesse mesmo período em que esteve à frente do Planalto.

Sua gestão foi considerada regular para 33% dos entrevistados, e outros 6% a veem como ruim ou péssima, índice cinco pontos menor que na pesquisa realizada em agosto. Apenas 2% não souberam responder. Já a nota média do governo é de 7,2%.

Os números da enquete revelam ainda que o otimismo com a economia ajuda a sustentar tal popularidade.

Dilma superou de longe o primeiro ano de Fernando Collor, cuja aprovação foi de 23% em seu primeiro ano de governo. Fernando Henrique Cardoso obteve 41% e 16% no segundo.

A imagem pessoal da presidente também está em desta que e ela é vista como “decidida” para 72% dos entrevistados e “muito inteligente” para 80%. É considerada “sincera” por 70%.

O levantamento demonstra também que a avaliação de Dilma melhorou entre homens (56%) e mulheres (62%), em todas faixas de idade, renda familiar e escolaridade. Já entre os que estudaram até o ensino fundamental a aprovação de Dilma é de 61% e repete a média de avaliação geral de 59% quando a mesma pergunta é feita para os que chegaram ao ensino superior. Na faixa dos que ganham de cinco a dez salários mínimos atingiu 61%, seu maior avanço.

A economia explica, segundo o instituto de pesquisa, a evolução dos números. O índice dos que acreditam que a situação econômica vai melhorar subiu de 54% em junho para 60% no primeiro mês do ano. Também cresceu o dos otimistas com a economia, de 42% para 46%.